segunda-feira, 13 de abril de 2009
Guarda municipal é polícia em Valença!!!
A Guarda Municipal, instituída pelo governo pode até servir para orientar, ajudar e até chamar a PM para multar inffratores. Entretanto, os próprios guardas estão multando os automóveis infratores, investidos de um poder de polícia que a Constituição do Brasil lhes nega. O Governo então, descumpre a Lei Magna do país para fazer caixa, dando uma autoridade ao guardas que é proibida. O cidadão deve recorrer das multas aplicadas pelos guardas municipais e ainda cobrar o dano moral e material da prefeitura. O Prefeito confunde ordem com autoritarismo.
Cem dias sem nada!!!
Os primeiros cem dias de governo mostra o quanto foi um erro trazer uma pessoa que desconhece os problemas da cidade para governa-la. Nestes primeiros cem dias ainda vemos os mesmos desmandos, os mesmos problemas e as mesmas falhas de sempre. Alguns, investidos de autoridade (efêmera por sinal) estão se achando. A senhora Patrícia Pecoraro, por exemplo, apesar da plástica, é odiada por todos. O secretário de Governo é uma "ferreiradura" de tanta ignorância. O Secretário de Saúde, "bebê boneco" nem sabe o que está fazendo lá. A secretaria de educação já perdeu um secretário por pura falta de seriedade do governo. O prefeito que dizia ter as portas abertas em Brasília até agora não saiu do Barreado em RF. O contrato com a LOcanty continua, a CEDAE entrou fazendo água no caixa e ignora o esgôto. Que tipo de contrato é esse que fizeram com a CEDAE onde ela capitaliza o filé que é a distribuição de água e socializa o osso, que é o esgotamento sanitário??? Consultas e exames só em 2010, se o cidadão der sorte. Enquanto isso a miséria aumenta, o desemprego aumenta, a sujeira aumenta, a doença aumenta e por aí vai...
Do Graciosa para o Piccianni num atmo...
É famoso o ditado que diz: quando a coisa pega os ratos são os primeiros a pularem do barco, Assim, como se vê, com a desmoralização completa do manda chuva Zé Graciosa, agora o prefeito e seus asseclas já estão posando de papagaio de pirata ao lado do Picciani, inclusive, devem apoia-lo para o senado. Isso é a política de Valença, o que vale é ser dar bem a qualquer preço. Como se sabe o Picciani é o inimigo número um do difamado Graciosa. Demorô para bailar!!!
Bonitinhos mas ordinários...
Até agora, aos cem dias de governo, nada, absolutamente nada, aconteceu. As promessas de campanha foram esquecidas e o discurso que o atual chefe do executivo fez, durante a campanha, desafiando os outros candidatos, de que somente ele saberia o caminho das pedras em Brasília se mostra, agora, como mais um truque eleitoral. Com cem dias de governo ninguém enxerga o Prefeito, que nunca aparece. Quanto aos secretários, todos muito bonitos, arrumados e ricos, não apresentam solução para nada. A Saúde está cada vez pior, as consultas e exames são marcadas para 2010/2011. A secretaria de Governo reflete o desgoverno, plantando discórdia e tomando atitudes que geram brigas como a surra que o Secretário levou de populares em Conservatória. O choque de (des)ordem é flagrante. Tudo bem, tiraram as mesas do Jardim de Cima para quê??? Para estacionarem carros em detrimento dos empregos, dos seres humanos e do lazer??? A prioridade deveria sempre ser as pessoas e, em segundo plano os carros. O prefeito nem compareceu ao carnaval, muito menos se encontra com ele na prefeitura. Mas, se procurarmos num belo sítio atrás da igrejinha lá no barreado em Rio das Flores, a gente encontra com ele...
É Geral a insatisfação do funcionalismo
A atitude do prefeito em colocar os funcionários da prefeitura trabalhando durante oito horas por dia pode parecer correta aos desavisados olhos da população. Mas, na prática, o que está acontecendo é mais uma maldade do que uma forma de trabalho. A Prefeitura paga mal seus funcionários que usavam o resto do dia para fazer os famosos "bicos" a título de complementação da renda familiar. Agora, fingindo que paga, exigindo além dos limites dos funcionários, o prefeito rioflorense de Valença castiga o funcionalismo com uma medida demagógica e sem precedentes na história de Valença. O homem é vinte. Vim te prejudicar!!!
terça-feira, 31 de março de 2009
Li esse texto de Fritz Utzeri no Jornal do Brasil há algum tempo e achei muito interessante. Eu sei que é grande mas acho que vale a pena ler.
Li esse texto de Fritz Utzeri no Jornal do Brasil há algum tempo e achei muito interessante. Eu sei que é grande mas acho que vale a pena ler.Esperto ou corrupto, qual é a diferença?Nas pequenas coisas, aparentemente insignificantes, as maneiras de pensar e agir de um povo se revelam. De que serve indignar-se com Renan & Roriz e no dia-a-dia trafegar pelo acostamento da estrada se houver engarrafamento; desrespeitar o sinal se não houver guarda ou ignorar a placa e estacionar na vaga do paralítico? Vejo isso todos os dias no estacionamento onde deixo meu carro, no Centro. Parece que procuramos sempre a vantagem à custa de pequenos expedientes. Corrupção é outra coisa, pensamos. É roubar grande! Quantos de nós, brasileiros, só não somos corruptos simplesmente porque jamais tivemos a oportunidade de sê-lo? Ou será que, como dizia o imortal Barão de Itararé, corrupção é “aquele grande negócio para o qual não fomos convidados?” Li no domingo passado, numa das colunas mais prestigiadas da imprensa carioca, uma nota sobre a inauguração do Engenhão. O ingresso seria trocado por uma lata de leite em pó, destinada a instituições de caridade. Leia a nota transcrita, ipsis literis do jornal: “Em tempo: Uns torcedores espertos trocaram o leite em pó das latas por areia na inauguração do Engenhão. No ato da troca pelo ingresso, poucos bilheteiros perceberam o golpe.” Percebeu? Não? Leia novamente. Será que é adequado qualificar como “esperto” o torcedor que dá esse golpe para entrar no estádio? Vamos verificar, no Aurélio, o que significa “esperto”. Esperto. [Do lat. vulgo expertu (v. espertar).] Adj. 1. Acordado, desperto. 2. Inteligente, fino, arguto: “Nada lhe escapa, é muito esperto.” 3. Enérgico, vigoroso: movimentos espertos. 4. Espertalhão (1). 5. Forte, vivo: fogo esperto. 6. Quase quente: Estranhou a água do banho que estava esperta. 7. Bras. Gir. V. bacana (1). S.m. 8. Espertalhão (2): O mundo é dos espertos. [Cf. experto.]
11/04/08
Ana Clara
Vamos a espertalhão: Espertalhão: (De esperto + alhão.) Adj. 1. Diz-se de homem esperto, finório. Velhaco, astuto, malicioso, esperto. Veja como o comportamento, a percepção se refletem na língua, tornando-a imprecisa e demonstrando como o criminoso pode ser admirado pela sociedade, a ponto de ser confundido com “inteligente, fino e arguto”, sem citar que “esperto” dá origem a “experto” que significa alguém que tem experiência, um perito. Ou seja, segundo o dicionário, “esperto” para os brasileiros que dizer “inteligente, fino, arguto”, mas também “finório, velhaco, astuto e malicioso”... Entenderam? Ora, o que esses espertalhões do Engenhão (aí a palavra seria aplicada corretamente) fizeram a lei tipifica como estelionato, fraude, que é crime definido assim pelo Código Penal: “Estelionato é o fato de o sujeito obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil ou qualquer outro meio fraudulento.” A pena para crime de estelionato é de dois a seis anos de detenção com multa. Não há razão alguma para a admiração mal disfarçada que freqüentemente demonstramos por essas pequenas “espertezas” criminosas. Vamos usar as palavras certas. E não adianta reclamar do Renan e do Roriz & Cia, se você anda pelo acostamento, paga uma “cervejinha” para o guarda ou acha idiota perder seu precioso tempo numa fila, podendo furá-la. Você, meu amigo, não é esperto. Você é um delinqüente. PS: A nota não informa o que aconteceu com os “espertos” que foram pegos. Foram presos? Sentenciados a quantos anos? Por mim, mandava preparar um copão do “leite em pó” que levaram e mandava beber até o último gole...
11/04/08
Ana Clara
Vamos a espertalhão: Espertalhão: (De esperto + alhão.) Adj. 1. Diz-se de homem esperto, finório. Velhaco, astuto, malicioso, esperto. Veja como o comportamento, a percepção se refletem na língua, tornando-a imprecisa e demonstrando como o criminoso pode ser admirado pela sociedade, a ponto de ser confundido com “inteligente, fino e arguto”, sem citar que “esperto” dá origem a “experto” que significa alguém que tem experiência, um perito. Ou seja, segundo o dicionário, “esperto” para os brasileiros que dizer “inteligente, fino, arguto”, mas também “finório, velhaco, astuto e malicioso”... Entenderam? Ora, o que esses espertalhões do Engenhão (aí a palavra seria aplicada corretamente) fizeram a lei tipifica como estelionato, fraude, que é crime definido assim pelo Código Penal: “Estelionato é o fato de o sujeito obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil ou qualquer outro meio fraudulento.” A pena para crime de estelionato é de dois a seis anos de detenção com multa. Não há razão alguma para a admiração mal disfarçada que freqüentemente demonstramos por essas pequenas “espertezas” criminosas. Vamos usar as palavras certas. E não adianta reclamar do Renan e do Roriz & Cia, se você anda pelo acostamento, paga uma “cervejinha” para o guarda ou acha idiota perder seu precioso tempo numa fila, podendo furá-la. Você, meu amigo, não é esperto. Você é um delinqüente. PS: A nota não informa o que aconteceu com os “espertos” que foram pegos. Foram presos? Sentenciados a quantos anos? Por mim, mandava preparar um copão do “leite em pó” que levaram e mandava beber até o último gole...
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